Filosofando
Vivemos em um mundo cheio de superficialidades, uma sociedade de aparências e fachadas ridículas com fins de se manter uma imagem de rigidez e puritana.Esta mesma sociedade nos diz o que fazer,como agir, como se portar perante os demais membros, mas se esquece de se olhar no espelho e ver seus próprios erros.
Aliás, se formos reparar em nossos semelhantes, muitos detalhes curiosos irão surgir, coisas que nem percebíamos e passamos a reparar.Mas o mais interessante é nos perguntarmos os por quês da vida, da sociedade, sair da rotina e destacarmo-nos para nos tornar mais prósperos nesta sociedade que produz em massa um conhecimento banal, para não dizer basal.
Não é de interesse de quem domina o Poder ter uma sociedade questionadora, pois se assim o fosse teria muitos problemas para realizar seus truques e golpes, não dominaria tão facilmente a massa, não teria influência na sociedade. Eis a razão pela qual não se investe tanto na educação, distribui-se comida de graça, dá-se cheques cidadãos,bolsas família e etcs.
Ao ler O Dia do Curinga, mais uma grande obra do autor de O Mundo de Sofia, pude novamente me encontrar com questões filosóficas que sempre adentram a mente de quem gosta de discussões existenciais ou mesmo sobre o cotidiano e daí tirar conclusões que remontam séculos atrás.Sócrates foi morto por ser um questionador no meio da mesmice.E nem por isso sua voz se calou desde a Grécia antiga até os dias atuais.
Perguntas como "o que somos nós? o que fazemos? Para que existimos?" sempre lembram esses personagens clássicos pois as primeiras representações de inteligência fora do padrão vieram daqueles tempos, e hoje poucos se mostram realmente a par do que se passa ao redor.
Vivemos tempos negros, valores morais destruídos em pról do consumismo barato e frugal; não interessa o conhecimento, mas sim a informação nua e crua, com pouca base concreta porém repleta de especulações envoltar em interesses escusos.
Não podemos nos manter longe da cultura, da beleza, do amor verdadeiro, do conhecimento, pois são os pilares da estrutura humana;A cultura por nos mostrar as infinitas possibilidades da manifestação humana em suas diversas formas, a escrita poética, as obras de arte, as músicas de um povo...O belo nos alegra, nos transmite uma sensação de satisfação,prazer, algo que nos ilumina e engrandece tanto quanto o conhecimento, que acaba sendo a base das anteriores e ao mesmo tempo sua demonstração.
É certo que a muitos interessa a ignorância, e muitos preferem ser ignorantes a buscarem as "verdades" do mundo, mas ao mesmo tempo é impossível não reparar em coisas tão simples como o nascer do sol, seu pôr, o nascer do dia..enfim, nos fenômenos naturais em sua maior exibição e sem qualquer interferência humana para tanto. A natureza é maior prova da existência de um ser superior e ao mesmo tempo a maior beleza a ser apreciada naturalmente.Como não delirar ao admirar a paisagem com o sol batendo nas flores e montanhas?como não admirar no Rio as montanhas e o mar?são coisas impossíveis de não se idolatrar.
Por isso prefiro ser um "curinga" a ser uma carta do baralho normal e seguir tudo sem questionar o absurdo cotidiano, sem criticar certas coisas da televisão,jornal impresso....o sensacionalismo vai ao nível da banalidade cotidiana da violência urbana.Todos já se adaptaram aos furtos,roubos, homicídios, desrespeitos a meras regras de trânsito, a falta de respeito com o próximo...aonde esta sociedade irá parar com seus maus hábitos eu desconheço, mas pretendo me manter sempre como um curinga fora do baralho.
Aliás, se formos reparar em nossos semelhantes, muitos detalhes curiosos irão surgir, coisas que nem percebíamos e passamos a reparar.Mas o mais interessante é nos perguntarmos os por quês da vida, da sociedade, sair da rotina e destacarmo-nos para nos tornar mais prósperos nesta sociedade que produz em massa um conhecimento banal, para não dizer basal.
Não é de interesse de quem domina o Poder ter uma sociedade questionadora, pois se assim o fosse teria muitos problemas para realizar seus truques e golpes, não dominaria tão facilmente a massa, não teria influência na sociedade. Eis a razão pela qual não se investe tanto na educação, distribui-se comida de graça, dá-se cheques cidadãos,bolsas família e etcs.
Ao ler O Dia do Curinga, mais uma grande obra do autor de O Mundo de Sofia, pude novamente me encontrar com questões filosóficas que sempre adentram a mente de quem gosta de discussões existenciais ou mesmo sobre o cotidiano e daí tirar conclusões que remontam séculos atrás.Sócrates foi morto por ser um questionador no meio da mesmice.E nem por isso sua voz se calou desde a Grécia antiga até os dias atuais.
Perguntas como "o que somos nós? o que fazemos? Para que existimos?" sempre lembram esses personagens clássicos pois as primeiras representações de inteligência fora do padrão vieram daqueles tempos, e hoje poucos se mostram realmente a par do que se passa ao redor.
Vivemos tempos negros, valores morais destruídos em pról do consumismo barato e frugal; não interessa o conhecimento, mas sim a informação nua e crua, com pouca base concreta porém repleta de especulações envoltar em interesses escusos.
Não podemos nos manter longe da cultura, da beleza, do amor verdadeiro, do conhecimento, pois são os pilares da estrutura humana;A cultura por nos mostrar as infinitas possibilidades da manifestação humana em suas diversas formas, a escrita poética, as obras de arte, as músicas de um povo...O belo nos alegra, nos transmite uma sensação de satisfação,prazer, algo que nos ilumina e engrandece tanto quanto o conhecimento, que acaba sendo a base das anteriores e ao mesmo tempo sua demonstração.
É certo que a muitos interessa a ignorância, e muitos preferem ser ignorantes a buscarem as "verdades" do mundo, mas ao mesmo tempo é impossível não reparar em coisas tão simples como o nascer do sol, seu pôr, o nascer do dia..enfim, nos fenômenos naturais em sua maior exibição e sem qualquer interferência humana para tanto. A natureza é maior prova da existência de um ser superior e ao mesmo tempo a maior beleza a ser apreciada naturalmente.Como não delirar ao admirar a paisagem com o sol batendo nas flores e montanhas?como não admirar no Rio as montanhas e o mar?são coisas impossíveis de não se idolatrar.
Por isso prefiro ser um "curinga" a ser uma carta do baralho normal e seguir tudo sem questionar o absurdo cotidiano, sem criticar certas coisas da televisão,jornal impresso....o sensacionalismo vai ao nível da banalidade cotidiana da violência urbana.Todos já se adaptaram aos furtos,roubos, homicídios, desrespeitos a meras regras de trânsito, a falta de respeito com o próximo...aonde esta sociedade irá parar com seus maus hábitos eu desconheço, mas pretendo me manter sempre como um curinga fora do baralho.

