Educação brasileira
Críticas não faltam para exibir quão pobre está nosso sistema educacional.Há anos não existe melhoria, escolas públicas caindo aos pedaços, precisando urgentemente de reformas, porém nunca constando do orçamento público verbas suficientes para isso.Além disso, há carência de bons professores, bons e qualificados, e que queiram realmente passar o ensino aos novos enfantes. Ao tempo de nossos pais o ensino público era uma maravilha,eficiente, com qualidade, dava-se gosto de estudar.
Brizola com a idéia de Darcy Ribeiro, criou os CIEPES no Rio, excelente idéia,que com os anos caiu em desgraça pelo total abandono estatal destes estabelecimentos, jogando novamente crianças ao deusdará do destino, além de lhes mostrar a nova realidade, a realidade do narcotráfico.Sim, pois o estado não só negligenciou a educação como sua presença nos lugares, deixando para quem quisesse se impor que o fizesse.
Hoje está diariamente na mídia o resultado do descaso público.Jovens inclusos na violência urbana, largados nos pseudos institutos correcionais, que são na verdade cadeias juvenis, sem possibilidade algumas vezes de realmente ingressar na sociedade, de ter uma oportunidade decente.
Se fala muito em dados, exames do Ministério da Educação que demonstram o nível em que se encontra a educação pública, salvo raríssimas exceções.O sonho de sermos uma nação grande, imponente, de grande porte tecnológico vai ficando cada vez mais hipotético, cada vez mais distante.
Não é com metodologias que se irá mudar a realidade, mas sim com incentivos ao estudo, com dedicação dos professores, com o aprimoramento destes, mostrando aos juvens que oportunidade há, basta para isso que à eles seja dada a chance de lutar.Nossos jovens não precisam da cadeia para melhor entender a sociedade, precisam de alimento, de educação, de saúde, para que por conta própria levem o alimento para seus lares.
Senhores, não é preciso ser gênio para descobrir o que precisa mudar, basta querer enxergar e fazer parte da mudança, por mais difícil que seja, um simples movimento neste sentido, já demonstrará um enorme passo rumo a um futuro mais brilhante à estes jovens.Um futuro longe do tráfico de entorpecentes, das trocas de tiros com o Estado, da vida clandestina.
Não é necessária a implosão das favelas, mas sim a remodelagem delas para que se transformem em lares, casas,prédios que sejam, mas com ordem, com saúde, com o Estado ao lado para lhes garantir seus direitos básicos, além do transporte para aproximar-lhes de seus empregos. São atitudes que precisam começar hoje para que o amanhã não seja o hoje.
Se hoje estamos em uma gravíssima crise de insegurança, é porque erramos nas eleições passadas ao eleger nossos representantes, homens despreparados e sem interesse nas mudanças.Ao percebermos o erro, é dever nosso mudar o voto, cobrar pelas mudanças.Porém, jamais pelo uso da violência física, pois perde-se a razão. Se estamos em um regime democrático, protestemos diante das evidências, demonstremos nossa insatisfação no voto, movamos o Judiciário quando necessário para que se cumpram as leis, tenhamos respeito uns pelos outros para que possamos nos dar o auto respeito.
Civilidade é a arma contra a barbárie cotidiana, não adianta simplesmente cruzarmos os braços e na esquina seguinte ofendermos uma pessoa, transgredir simples regras como o avanço de um sinal vermelho, parar em local proibido....são atos simples, mas demonstram uma ausência de espírito cívico, de respeito pelos outros cidadãos. De que adianta protestar na frente das autoridades se nós mesmos desrespeitamos os direitos de outros?
Com isso, começando por nós mesmos as mudanças, de pensamento e atitudes, possamos ter esperanças de que nossas crianças serão beneficiadas adiante de uma sociedade segura,inteligente,educada, eficiente, que saiba cuidar de seus cidadãos e ao mesmo tempo, têm deles o cumprimento de suas obrigações.
Façamos hoje a mudança do futuro, para que lá na frente possamos colher os frutos.
Críticas não faltam para exibir quão pobre está nosso sistema educacional.Há anos não existe melhoria, escolas públicas caindo aos pedaços, precisando urgentemente de reformas, porém nunca constando do orçamento público verbas suficientes para isso.Além disso, há carência de bons professores, bons e qualificados, e que queiram realmente passar o ensino aos novos enfantes. Ao tempo de nossos pais o ensino público era uma maravilha,eficiente, com qualidade, dava-se gosto de estudar.
Brizola com a idéia de Darcy Ribeiro, criou os CIEPES no Rio, excelente idéia,que com os anos caiu em desgraça pelo total abandono estatal destes estabelecimentos, jogando novamente crianças ao deusdará do destino, além de lhes mostrar a nova realidade, a realidade do narcotráfico.Sim, pois o estado não só negligenciou a educação como sua presença nos lugares, deixando para quem quisesse se impor que o fizesse.
Hoje está diariamente na mídia o resultado do descaso público.Jovens inclusos na violência urbana, largados nos pseudos institutos correcionais, que são na verdade cadeias juvenis, sem possibilidade algumas vezes de realmente ingressar na sociedade, de ter uma oportunidade decente.
Se fala muito em dados, exames do Ministério da Educação que demonstram o nível em que se encontra a educação pública, salvo raríssimas exceções.O sonho de sermos uma nação grande, imponente, de grande porte tecnológico vai ficando cada vez mais hipotético, cada vez mais distante.
Não é com metodologias que se irá mudar a realidade, mas sim com incentivos ao estudo, com dedicação dos professores, com o aprimoramento destes, mostrando aos juvens que oportunidade há, basta para isso que à eles seja dada a chance de lutar.Nossos jovens não precisam da cadeia para melhor entender a sociedade, precisam de alimento, de educação, de saúde, para que por conta própria levem o alimento para seus lares.
Senhores, não é preciso ser gênio para descobrir o que precisa mudar, basta querer enxergar e fazer parte da mudança, por mais difícil que seja, um simples movimento neste sentido, já demonstrará um enorme passo rumo a um futuro mais brilhante à estes jovens.Um futuro longe do tráfico de entorpecentes, das trocas de tiros com o Estado, da vida clandestina.
Não é necessária a implosão das favelas, mas sim a remodelagem delas para que se transformem em lares, casas,prédios que sejam, mas com ordem, com saúde, com o Estado ao lado para lhes garantir seus direitos básicos, além do transporte para aproximar-lhes de seus empregos. São atitudes que precisam começar hoje para que o amanhã não seja o hoje.
Se hoje estamos em uma gravíssima crise de insegurança, é porque erramos nas eleições passadas ao eleger nossos representantes, homens despreparados e sem interesse nas mudanças.Ao percebermos o erro, é dever nosso mudar o voto, cobrar pelas mudanças.Porém, jamais pelo uso da violência física, pois perde-se a razão. Se estamos em um regime democrático, protestemos diante das evidências, demonstremos nossa insatisfação no voto, movamos o Judiciário quando necessário para que se cumpram as leis, tenhamos respeito uns pelos outros para que possamos nos dar o auto respeito.
Civilidade é a arma contra a barbárie cotidiana, não adianta simplesmente cruzarmos os braços e na esquina seguinte ofendermos uma pessoa, transgredir simples regras como o avanço de um sinal vermelho, parar em local proibido....são atos simples, mas demonstram uma ausência de espírito cívico, de respeito pelos outros cidadãos. De que adianta protestar na frente das autoridades se nós mesmos desrespeitamos os direitos de outros?
Com isso, começando por nós mesmos as mudanças, de pensamento e atitudes, possamos ter esperanças de que nossas crianças serão beneficiadas adiante de uma sociedade segura,inteligente,educada, eficiente, que saiba cuidar de seus cidadãos e ao mesmo tempo, têm deles o cumprimento de suas obrigações.
Façamos hoje a mudança do futuro, para que lá na frente possamos colher os frutos.


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